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Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)

Recrutamento Amban

O Amban recruta voluntários para pesquisa sobre estresse pós-traumático (transtorno resultante da experiência de um ou mais eventos traumáticos para a pessoa). Pacientes que possuem recordações de diversos tipos (sonhos, lembranças, sensações, etc…) de algum evento traumático. Além de lembrar as imagens, a pessoa sente como se estivesse vivendo novamente a tragédia.

 

Critérios de inclusão: idade de 18 a 65 anos, ambos os sexos. Preencher os critérios diagnósticos de TEPT e ser refratário ao tratamento com três antidepressivos.

Critérios de exclusão: Não poderão participar pessoas que sofrem de dependência química e psicose.

Inscrições por email: amban@amban.org.br

This Post Has 7 Comments
  1. Possuo stress pós traumaticom por perda de mãe e irmão com CA. Tenho angústia profunda, associada ao medo de me submeter a exames de rotina, preventivos. Qdo resolvo fazer, deprimir ainda mais. Estou há 5 anos sem fazer Papanicolau há 3 mamografia. Nunca consegui fazer ultrassom de abdômen, nem demais exames de rotina. Tenho profundo sofrimento. Possuo 65 anos e essa ansiedade só aumenta, pois me cobro mto pa realizar tais exames.
    Anna Rizzo

    11992512876

  2. Tenho TEPT há 6 anos, começou após dois anos de assédio moral no trabalho, quando precisei ser afastada do trabalho, tinha feridas no corpo, lapsos de memória, passado acho que um mês após o afastamento, perdi a memória, mas sabia dirigir e dirigia sempre a caminho da empresa, de uma elegante executiva passei a usar pijamas de malha e achar que era super normal, minhas filhas precisaram me ensinar tudo de novo, desde os cuidados básicos, até falar corretamente, ainda não faço nem um nem outro bem, mas melhorei em outras áreas, comecei a recuperar a memória há um ano e meio, e então tem sido como um caixa de Pandora sendo revelada pouco a pouco, que inicia com abuso na infância a partir de 3/4 anos até acredito que os 11, foram mais de um abusador, depois na adolescência houveram estupros, depois outros traumas até chegar no assédio moral na empresa. Em todas as fases da minha vida existem traumas de diferentes tipos, o pior é que ainda não me lembrei de todos. Passo a maior parte do tempo reclusa em minha casa onde me sinto mais segura, mas ainda assim as revivencias são cruéis.
    Tive um pensamento suicida mas consegui seguir as orientações da psicóloga e da psiquiatra e pedir que bme levassem para o hospital, por não poder ir para casa.

      1. Sim faço acompanhamento com psiquiatra, terapeuta ocupacional, Psicóloga e psicanalista. Mais as medicações que tomo. Todos profissionais me atendem ou pelo Sisu ou de graça.

  3. Sofro constantemente de ansiedade desde a infância e não consigo ter um momento de paz. Até os 9 anos morei com meus pais e irmãos. Meu pai era alcoólatra e espancava minha mãe e nós, mas a maior diversão dele era chegar bêbado em casa, acordar a família no meio da madrugada, colocar eu e meus irmãos no sofá e acusar minha mãe de um monte coisas horríveis (puta, vagabunda) e depois esbofetear ela como punição. As vezes nos trancávamos no quarto, minha mãe e nós, mas ele arrombava a porta. Me fazia tomar banho com ele. Forçava minha mãe sexualmente e nos houvíamos tudo porque morávamos numa casa pequena, eramos muito pobre, todo o dinheiro ia para bebida. Nesse período onde vivia como uma criança abandonada fui abusado sexualmente. Aos 9 anos minha mãe saiu de casa, não tinha como sustentar quatro filhos e teve que despachar dois deles. Eu fui um. Morei com meus avós e minha tia, que me odiava, me chamava de bicha o tempo todo. Um mês depois de completar 18 anos sai de casa, entrei na faculdade, me formei. Fiz intercambio. Depois fiz uma segunda graduação. E comecei uma pós mas não consegui completar ainda por sofrer de depressão refratária, transtorno de humor e ansiedade. Nenhum antidepressivo funciona mais. Já usei todos os benzos disponíveis. Não sei mais o que fazer. Fiz psicoterapia 3 vezes mas não resolveu. Continuo indo no psiquiatra. Não tenho amigos, pouquíssimo contato com minha família. Não sei mais o que fazer. O que pensar. Já tentei suicídio, quase consegui o objetivo. As vezes penso que é a unica alternativa. Vocês possuem algum tipo de estudo experimental de novos tratamentos ou uso off label de alguma coisa? Parece que ninguém pode me ajudar.

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